SOLUCIONE ALGUMAS DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE LUBRIFICAÇÃO, FILTRAGEM E MANUTENÇÃO DO VEÍCULO
NAVEGAÇÃO
Página Inicial
Produtos
Grupo Anhanguera
Contato
DICAS
Manutenção Preventiva
Problemas com embreagem
Economize Combustível
 
Direção Defensiva

 

 

O QUE SÃO: API, SAE, E VISCOSIDADE.


Os fabricantes apontam, em seus manuais, a categoria API como aquela exigida pelo motor, que hoje fica entre SF e SG na maioria dos modelos. Empregar um óleo de categoria mais avançada só traz benefícios ao carro. Assim, vale à pena utilizar sempre a última geração
Todavia, é importante ressaltar que o motor não será danificado se você usar apenas a estabelecida como mínimo.
A outra classificação, dada pela SAE (Society of Automotive Engineers), identifica a viscosidade do óleo, ou seja, sua maior ou menor fluidez. A importância da viscosidade está em duas situações opostas:
1) na partida em baixa temperatura, um óleo muito espesso pode dificultar o arranque e retardar a correta lubrificação, acentuando o atrito (por si só elevado) e o desgaste do motor nos primeiros instantes de funcionamento;
2)já no trabalho em alta temperatura, um óleo de baixa viscosidade pode se revelar muito fino e provocar queda na pressão, prejudicando a lubrificação dos mancais. O desgaste aumenta e, em casos extremos, o motor chega a fundir.
A classificação da SAE para lubrificantes de motor vai de 0W a 25W (na qual "W" significa winter, ou inverno, e indica um óleo tratado para mais alta fluidez em baixas temperaturas)e de 20 a 50. Os óleos antigos eram monoviscosos: atendiam a somente uma faixa estreita de temperatura. Atualmente, só se utilizam em motores os lubrificantes multiviscosos, como o 20W40, que se comporta como um 20W na partida a frio e como um 40 no funcionamento a quente. Um óleo 15W50 representa um ganho de flexibilidade sobre o 20W40, o que o torna preferível,mas não indispensável.


 

COMO VERIFICAR O NÍVEL DO ÓLEO


Todo veículo precisa de uma lubrificação correta para evitar o desgaste e o superaquecimento das peças. Por isso, é importante verificar uma vez por semana se há óleo suficiente.Veja no manual do proprietário qual a recomendação para o modelo: há fábricas que sugerem checar o nível do óleo depois de deixar o veículo ligado por cerca de cinco minutos.
A vareta de medição do nível do óleo só deve ser retirada com o motor desligado. Comprida, ela provavelmente estará suja em quase toda a sua extensão.
Limpe-a com estopa ou mesmo papel toalha, coloque-a de novo no lugar, até o fundo, e retire-a para então verificar o nível de óleo. A marca de óleo deve estar entre as duas marcas gravadas junto à ponta da vareta, mais perto do máximo.
Se estiver próxima ou abaixo do nível mínimo, será preciso completar o óleo (sempre como o mesmo tipo recomendado pelo fabricante e usado anteriormente) ou até trocá-lo, consultando o manual do proprietário sobre o momento da troca ou o selo da troca anterior.

Voltar ao topo

 

COMO DEVO ESCOLHER O LUBRIFICANTE DO MEU CARRO?


Para saber qual é o lubrificante correto para seu veículo, consulte o "Manual do Proprietário" na parte de manutenção quanto à viscosidade (SAE) e ao desempenho (API) ou então verifique nas tabelas de recomendação disponíveis nos postos de serviço.

Voltar ao topo


QUAL O NÍVEL DE ÓLEO CORRETO DO VEÍCULO


Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o nível correto se encontra entre os dois traços e não só no traço superior. Se o óleo fica abaixo do mínimo da vareta, o motor pode ser prejudicado por falta de lubrificação. No entanto, se o óleo fica acima do máximo da vareta, haverá aumento de pressão no cárter, podendo ocorrer vazamento e até ruptura de bielas, além do óleo em excesso ser queimado na câmara de combustão sujando as velas e as válvulas, danificando também o catalisador no sistema de descarga do veículo.

Voltar ao topo


QUANDO DEVO COMPLETAR O NÍVEL DO ÓLEO?

Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chega a hora de trocar o óleo, devemos ir completando o nível.

Voltar ao topo


ESCUTO DIZER QUE ÓLEO BOM É AQUELE QUE NÃO BAIXA O NÍVEL E NÃO PRECISA DE REPOSIÇÃO. ISTO É VERDADE?


Não. A boa lubrificação é aquela em que o óleo lubrifica até o anel do pistão mais próximo da câmara de combustão onde esse óleo é parcialmente queimado, sendo consumido. É normal um consumo de meio litro de óleo a cada mil quilômetros rodados, com carros de passeio, mas cada fabricante de motor especifica um consumo normal para seu motor, de acordo com o projeto. É bom ressaltar que carro novo consome óleo.

Voltar ao topo

É VERDADE QUE O ÓLEO DO MOTOR DEVER SER CLARO E O ÓLEO DE ENGRENAGEM ESCURO?

É comum se ter esta opinião, no entanto ela não é correta. Os óleos lubrificantes são formulados misturando-se básicos e aditivos e a sua cor final dependerá da cor do básico e do aditivo que forem empregados na sua formulação. Além disso, a cor não tem nenhuma influência no desempenho do óleo.

Voltar ao topo

O ÓLEO MAIS ESCURO É TAMBEM MAIS GROSSO?


Este é outro conceito errado. O óleo mais claro pode ser mais viscoso (grosso) do que um óleo escuro e vice-versa.


POR QUE O ÓLEO DO MOTOR FICA ESCURO COM O USO?


Para realizar a função de manter o motor limpo, o óleo deve manter em suspensão as impurezas que não ficam retidas no filtro de óleo, para que elas não se depositem no motor. Desta forma, o óleo fica escuro e o motor fica limpo.

Voltar ao topo


QUANDO DEVO TROCAR O ÓLEO DO CARRO?


Quando atingir o período de troca recomendado pelo fabricante do veículo e que consta do "Manual do Proprietário". Os atuais fabricantes dos motores vêm recomendando períodos de troca cada vez maiores, dependendo do tipo de serviço e da manutenção do carro.

Voltar ao topo


É VERDADE QUE O MOTOR DEVE ESTAR QUENTE NA HORA DE TROCAR O ÓLEO?


Sim, porque quando o óleo está quente, ele fica mais fino e tem mais facilidade de escorrer.

Voltar ao topo


QUANTO TEMPO DEVO ESPERAR PARA MEDIR O NÍVEL DO ÓLEO?


É importante que se espere pelo menos 5 minutos após o motor ter sido desligado para se medir o nível do óleo. Isto porque, neste tempo, o óleo vem descendo das partes mais altas do motor para o cárter e assim podemos ter a medida real do volume de óleo.

Voltar ao topo


POSSO AUMENTAR O PERÍODO DE TROCA QUANDO USO ÓLEOS SINTÉTICOS?

 

Embora os lubrificantes sintéticos possuam características de qualidade superiores, a maioria dos fabricantes de veículos ainda não diferencia os períodos de troca, caso se utilize óleos sintéticos ou minerais. Recomendamos seguir a indicação do Manual do Proprietário para intervalo de troca.

Voltar ao topo

O FILTRO DE ÓLEO TAMBEM DEVE SER TROCADO? QUANDO?

 

Sim. O óleo, com seus aditivos detergentes/dispersantes, carrega as sujeiras que iriam se depositar no motor. Ao passar pelo filtro, as impurezas maiores ficam retidas e as menores continuam em suspensão no óleo. Chega um momento em que o filtro, carregado de sujeira, dificulta a passagem do óleo podendo causar falhas na lubrificação.
A situação se agrava quando ocorre o bloqueio total do filtro de óleo, o que pode causar sérios danos ao motor. O período de troca do filtro de óleo também é recomendado pelo fabricante do veículo e consta do "Manual do Proprietário". Normalmente, ela é feita a cada duas trocas de óleo. Porém, já existem fabricantes que recomendam a troca do filtro a cada troca do óleo.

Voltar ao topo


QUAL A DIFERENÇA ENTRE "SERVIÇO SEVERO" E "SERVIÇO LEVE"?

 

Serviço severo é típico para os carros que andam nos centros urbanos, com o anda e pára do tráfego e por pequenas distâncias, de até 6 km, ou em estradas poeirentas. Serviço leve é aquele em que os carros trafegam por percursos longos e velocidades quase constantes em rodovias pavimentadas, como no caso de viagens.

Voltar ao topo


QUAL A VALIDADE DO ÓLEO LUBRIFICANTE?

 

A validade do óleo lubrificante é indeterminada, desde que o produto seja armazenado de maneira correta, ou seja, lacrado em sua embalagem, em local seco e evitando exposição ao calor e à luz do sol.

Voltar ao topo


UM CARRO VELHO TAMBEM PODE USAR UM ÓLEO DE ÚLTIMA GERAÇÃO?

 

Sim. Você pode usar um óleo que possua um nível de desempenho superior ao recomendado pelo fabricante para seu motor. O inverso é que não é recomendado. No entanto, recomenda-se que, ao colocar este óleo superior, você realize a troca do filtro de óleo e repita esta operação, em um intervalo menor do que o indicado pelo fabricante. Isto se deve ao fato de que os óleos mais avançados limpam mais o motor e desta forma tendem a obstruir o filtro em um período mais curto. Após este procedimento ser realizado, você pode voltar a seguir os períodos de troca usuais e garantir uma melhor lubrificação do seu veículo.

Voltar ao topo


DEVO ADICIONAR ALGUM ADITIVO AO ÓLEO PARA MELHORAR O DESEMPENHO?

 

Não há necessidade de adicionar aditivos complementares ao óleo. Os lubrificantes recomendados já possuem todos os aditivos necessários para atenderem perfeitamente ao nível de qualidade exigido.

Voltar ao topo


POSSO MISTURAR PRODUTOS DE MARCAS DIFERENTES?

 

A princípio, os óleos automotivos existentes no mercado são compatíveis entre si, não apresentando problemas quanto a misturas, desde que se tome cuidado de misturar produtos de mesmo nível de desempenho API e de mesma faixa de viscosidade SAE. No entanto, a melhor alternativa ainda é evitar estas misturas, sempre que possível, de forma a permitir o melhor desempenho do óleo utilizado.

Voltar ao topo


QUAL A DIFERENÇA ENTRE O ÓLEO MINERAL, SEMISSINTÍCO E SINTÉTICO? ELES PODEM SER MISTURADOS?

 

O lubrificante é composto por óleos básicos e aditivos. Sua função no motor é lubrificar, evitar o contato entre as superfícies metálicas e refrigerar, independentemente de ser mineral ou sintético. A diferença está no processo de obtenção dos óleos básicos. Os óleos minerais são obtidos da separação de componentes do petróleo, sendo uma mistura de vários compostos. Os óleos sintéticos são obtidos por reação química, havendo assim maior controle em sua fabricação, permitindo a obtenção de vários tipos de cadeia molecular, com diferenças características físico-químicas e por isso são produtos mais puros.
Os óleos semi-sintéticos ou de base sintética, empregam mistura em proporções variáveis de básicos minerais e sintéticos, buscando reunir as melhores propriedades de cada tipo, associando a otimização de custo, uma vez que as matérias-primas sintéticas possuem custo muito elevado.
Não é recomendado misturar óleos minerais com sintéticos, principalmente de empresas diferentes. Seus óleos básicos apresentam naturezas químicas diferentes e a mistura pode comprometer o desempenho de sua aditivação, podendo gerar depósitos. Além disso, não é economicamente vantajoso, já que o óleo sintético é muito mais caro que o mineral e a mistura dos dois equivale praticamente ao óleo mineral, sendo, portanto, um desperdício.
Uma dica interessante se refere à troca de óleo mineral por sintético. É importante trocar o filtro de óleo junto com a primeira carga de sintético e trocar esta carga no período normal de troca do veículo em função da sua utilização.

Voltar ao topo


O QUE SIGNIFICAM OS NÚMEROS 20W40, 50 E ETC, QUE APARECEM NAS EMBALAGENS?

 

Estes números que aparecem nas embalagens dos óleos lubrificantes automotivos (30, 40, 20W/40, etc.) correspondem à classificação da SAE (Society of Automotive Engineers), que se baseia na viscosidade dos óleos a 100oC, apresentando duas escalas: uma de baixa temperatura (de 0W até 25W) e outra de alta temperatura (de 20 a 60). A letra "W" significa "Winter" (inverno, em inglês) e ela faz parte do primeiro número, como complemento para identificação. Quanto maior o número, maior a viscosidade, para o óleo suportar maiores temperaturas. Graus menores suportam baixas temperaturas sem se solidificar ou prejudicar a bombeabilidade.
Um óleo do tipo monograu só pode ser classificado em um tipo de escala. Já um óleo com um índice de viscosidade maior pode ser enquadrado nas duas faixas de temperatura, por apresentar menor variação de viscosidade em virtude da alteração da temperatura. Desta forma, um óleo multigrau SAE 20W/40 se comporta a baixa temperatura como um óleo 20W reduzindo o desgaste na partida do motor ainda frio e em alta temperatura se comporta como um óleo SAE 40, tendo uma ampla faixa de utilização.
Uma outra especificação muito importante é o nível API (American Petroleum Institute)
Quando for usar um óleo em seu carro, consulte o manual e fique atento a estas especificações.

Voltar ao topo


A ESPECIFICAÇÃO DE FLUIDO PARA O FREIO SAE J 1703 É A MESMA QUE DOT-3?

 

Não. Ambas atendem a normas americanas e são para freios a tambor e a disco, no entanto, uma foi definida pela entidade SAE e outra pelo Departamento de Transporte da FMVSS. Na prática elas se equivalem, isto é, onde se recomenda uma pode-se usar a outra e vice-versa.

Voltar ao topo


EM RELAÇÃO A ÓLEOS PARA CAIXAS DE CÂMBIO DE AUTOMÓVEIS, QUE DIFERENÇA ENTRE AS ESPECIFICAÇÕES API GL-4 E GL-5? EXISTE ALGUM PROBLEM EM USAR O GL-5 AO INVÉS DO GL-4?

 

A especificação API GL-4 designa um serviço de engrenagens hipóides de carros de passageiros e outros equipamentos automotivos, operando sob condições de alta velocidade e baixo torque ou vice-versa.
Já a especificação API GL-5 é designada também para engrenagens hipóides, operando sob condições de alta velocidade e cargas instantâneas (choque), situação encontrada em caixas de mudanças de caminhões e em eixos traseiros (diferenciais).
A utilização de um óleo API GL-5 na transmissão ao invés do GL-4 irá gerar problemas de engate e "arranhamento" durante a troca de marchas, comprometendo a vida útil da caixa de mudanças. Este problema é decorrente do maior teor de aditivos dos óleos API GL-5 em relação aos API GL-4, que acabam interferindo negativamente no funcionamento do mecanismo de sincronização das marchas.

Voltar ao topo



POSSO COLOCAR GRAXA DE SABÃO DE CÁLCIO EM CUBOS DE RODAS?


Não, porque esta graxa só pode trabalhar em temperaturas de até 70°C e nos cubos de rodas a temperatura passa de 100°C. A graxa se tornaria líquida e o equipamento sofreria sérios danos.

28. Óleos tipo PAO (polialfaolefinas) são biodegradáveis? R: A biodegradabilidade das polialfaolefinas (PAO) é similar a dos óleos básicos minerais. A biodegradabilidade é definida como a velocidade na qual uma substância é reduzida a CO2 e água por bioatividade, sendo o tempo medido em dias. Quando a substância biodegrada 60% em 28 dias, é considerada de biodegradabilidade lenta. Se o percentual é maior que 60% no mesmo período, é considerada rapidamente biodegradável. No caso do PAO, os graus de menor viscosidade apresentam melhor biodegradabilidade que os de maior viscosidade, sendo o PAO 2 considerado de biodegradabilidade rápida e os demais graus de baixa

a) Uso do óleo lubrificante incorreto no motor: geralmente quando se utiliza um lubrificante com nível de desempenho inferior ao recomendado pelo fabricante do veículo. Mesmo reduzindo o período de troca, pode haver problemas de formação de borra devido ao envelhecimento (oxidação) precoce do lubrificante;

b) Uso de aditivação extra: não é recomendado o uso de aditivação suplementar de desempenho em óleos lubrificantes. Os óleos lubrificantes de qualidade (boa procedência) já possuem, de forma balanceada, todos os aditivos para que seja cumprido o nível de desempenho ao qual foi desenvolvido. Não há testes padronizados que avaliem o desempenho de mistura de óleos com aditivos extras. Pode haver incompatibilidade entre o óleo lubrificante e a aditivação suplementar e a borra é uma conseqüência deste problema;

c) Combustíveis adulterados: o uso de gasolina adulterada pode gerar borra no cárter. O óleo lubrificante é contaminado por subprodutos da queima do combustível durante sua vida útil. Essa contaminação ocorre e faz parte da operação do motor. Mas se o combustível for adulterado estes subprodutos serão de natureza diferente e resíduos com aspecto de resina poderão se formar no motor, aumentando a probabilidade da formação de borra, entupindo passagens de óleo e prejudicando a lubrificação e refrigeração interna do motor;

d) Extensão do período de troca: mesmo utilizando o óleo correto e combustível de qualidade assegurada, períodos de troca além do recomendado podem levar à formação de borra, devido ao excesso de contaminação e de oxidação do lubrificante. Nos manuais dos veículos há a informação dos quilômetros recomendados para cada intervalo de troca. É importante diferenciar o tipo de serviço do veículo. Para carros de passeio, valores como 10.000, 15.000 e 20.000km geralmente fazem referência a serviço leve (uso rodoviário). Mas na maioria dos casos o serviço é severo (uso urbano do tipo anda e pára, distâncias curtas) e o período adotado para a troca deve ser a metade (5.000, 7.500 ou 10.000km, respectivamente). Essa informação não está clara em todos os manuais e se não for observada com atenção, problemas de borra podem ocorrer.

 

Voltar ao topo


COMO SABER SE MEU CARRO É OU NÃO ECONOMICO?

Depende de certos cuidados que cabem a voçê tomar. Normalmente, num carro com até 30.000 km rodados, cerca de 75% das despesas devem-se ao consumo de combustível. Uma variação significativa de consumo médio é sinal de problemas.
* Para veículos com carburado, qualquer falha é desperdício na certa. Mande limpar e regular a cada 5.000 quilômetros, ou uma vez por ano se rodar menos que isso anualmente.
* Aproveite para verificar e trocar, se necessário, mangueiras, tubulações, filtro e bomba de combustível.
* Velas sujas não queiman o combustível adequadamente. É dinheiro saindo pelo escapamento.
* Nunca deixe o combustível chegar a um nível muito baixo. Isso evita que a bomba sugue impurezas depositadas no fundo do tanque (reservatório) e evita também evaporação em dias muito quentes.
* Marchas reduzidas ou esticadas forçam o motor e aumentam o consumo. Procure trocar as marchas no tempo certo.
* O hábito de "esquentar" o motor pela manhã não faz sentido. Prefira movimentar logo o carro com o afogador puxado. Isso facilita a lubrificação do motor. Desligue o afogador assim que o motor atingir a temperatura ideal.

Voltar ao topo

 

VEJA ABAIXO, CUIDADOS PERIÓDICOS COM SEU VEÍCULO

Arrefecimento 

Verifique uma vez por semana, com o motor frio como está o nível de líquido no reservatório de água do radiador. Para completar o nível, use 2/3 de água filtrada e 1/3 de aditivo.
Substituir uma vez por ano, todo o líquido de refrigeração e limpar o sistema.
(Procure sempre uma oficina especializada).

Câmbio 
Verifique a cada 25 mil quilômetros o nível de óleo do câmbio. A troca completa deve ser realizada a cada 50 mil quilômetros, ou conforme recomendação do fabricante. Não apoiar o pé sobre o pedal da embreagem, pois provoca desgaste das peças, como rolamentos e discos de embreagem. Usando o pedal da embreagem e do acelerador para manter o carro numa subida, aumenta o consumo de combustível e gasta o disco e platô.
Escapamento
Verifique o escapamento a cada 20 mil quilômetros. Revisar periódicamente os fixadores e abraçadeiras. Para não ressecar as borrachas, lave a parte de baixo do carro somente com água e sabão neutro.
Freios
Verifique uma vez por semana o nível do fluido de freio e, se necessário, deve-se completa-lo com fluido da mesma marca. Substituí-lo uma vez por ano. Verifique o estado das pastilhas a cada 10 mil quilômetros. Trocar as lonas entre 25 e 40 mil quilômetros. Checar também os tambores. Não pise bruscamente no freio, pise progressivamente e com antecedência. Usar os freios com marcha engatada, para evitar desgaste das pastilhas e discos.
Lubrificação
Verifique uma vez por semana, com o motor frio o nível de óleo. Ele precisa estar entre o mínimo e o máximo da vareta do medidor. Quando o nível de óleo estiver baixo, complete com o mesmo tipo e marca de óleo que estiver sendo usado no seu carro. A troca completa do óleo sintético deve se realizar no prazo recomendado pelo fabricante do produto, geralmente entre 20 e 25 mil quilômetros. Sempre que fizer essa troca, substituir o filtro de óleo. A cada troca de óleo, limpe o filtro de ar, que deve ser substituído depois de 10 mil quilômetros.
Motor
Trocar o filtro de combustível entre 30 e 50 mil quilômetros. Verifique também as correias dentada, do alternador, da bomba d'água, da direção hidráulica e do ar-condicionado a cada 20 mil quilômetros. Substituí-las entre 40 e 50 mil quilômetros. Verifique as mangueiras do combustível sempre que possível e troque-as quando estiverem ressecadas, trincadas ou folgadas.
Rodas e Pneus
A cada duas semanas, ou antes de viajar, os pneus precisam ser calibrados ainda frios. Complete com a pressão correta indicada para os pneus, que vem impressa no manual do carro e nas tabelas específicas. Verifique também o estepe. O uso da tampinha na válvula de ar de cada pneu é fundamental para evitar que o bico receba impurezas. O momento ideal para a troca dos pneus é quando a marca de desgaste, um triângulo ou as letras TWI impressas na lateral deles, são atingidas. Fazer rodízio dos pneus a cada 10 mil quilômetros, além do alinhamento de rodas e direção. Para os pneus radiais, o rodízio deve ser em linha reta. Os traseiros trocam de posição com os dianteiros, ou seja, o da esquerda com o mesmo lado e o da direita com o seu equivalente. Para os pneus diagonais ou normais, o rodízio é em forma de X, ou seja, os traseiros trocam de lado com os dianteiros, que passam em linha reta para os traseiros, sem alternar os lados. As rodas devem ser balanceadas após o rodízio, ou sempre que você substituir pneus.
Suspensão
Faça uma revisão completa dos eixos, molas, rolamentos, pivôs, terminais, juntas homocinéticas, coxins, bandejas, batentes e buchas a cada 40 mil quilômetros. Os amortecedores devem ser substituídos nesse mesmo período. Se você pressionar o carro para baixo, ele deve subir uma vez e parar. Senão, os amortecedores estão sem função.
Bateria
Se a luz indicativa da bateria no painel estiver acesa, o problema pode ser com ela ou com o alternador, que pode estar com defeito ou quebrado. Quando isso acontece, a energia da bateria é usada até o fim sem que haja a reposição da carga. Levando o carro até um auto-elétrico, o problema será resolvido com uma recarga na bateria ou realizando-se sua troca. Se for o alternador, ele também pode ser recondicionado ou, em um caso mais grave, trocado.
Bomba de Combustível
Muitas vezes a bomba de combustível falha e não consegue mandar o líqüido na pressão ideal para o sistema. Em carros com injeção eletrônica, uma maneira de saber se ela está funcionando é fechar os vidros e tentar dar a partida. Nesse momento é possível ouvir o zumbido da peça funcionando. Se não escutar esse barulho, o problema certamente está na bomba. No caso de carro com carburador, pode-se desencaixar dele a mangueira do combustível e pedir a alguém que acione a partida. Normalmente, a gasolina sairá pela mangueira. Se isso não acontecer, ela está com defeito. Trocá-la é um procedimento rápido e que pode ser feito no local por um mecânico experiente.
Correia Dentada
Ligada ao eixo do comando de válvulas, a correia é acionada pelo motor. Pode se partir, geralmente em movimento. À menor suspeita de que tenha se rompido, pare o carro e não tente dar a partida. A troca só deve ser feita em oficina ou concessionária. Mesmo assim, ajuda ter uma de reserva. Os fornecedores da peça recomendam sua substituição a cada 40 000 ou 50 000 quilômetros.
Sistema Elétrico
Evite faróis acesos sem necessidade, como quando o carro estiver parado por exemplo. O mesmo procedimento para o rádio e outros aparelhos elétricos. Se o motor estiver desligado, pode faltar energia na hora de dar a partida. Se estiver ligado, vai sobrecarregar o alternador.

Voltar ao topo

 

NA TABELA ABAIXO, TEMOS ALGUNS DEFEITOS COMUNS EM EMBREAGENS

Fonte: ZF

SINTOMA
CAUSAS
EFEITOS
Dificuldade de engate . Reduções bruscas;
. Queda ou instalação incorreta;
. Folga axial do virabrequim;
. Excesso de curso de acionamento;
. Infiltração de água no sistema de embreagem;
. Desgaste pelo uso;
. Mola de retrocesso quebrada ou deformada;
. Alvanca quebrada;
. Quebra da mola membrana;
. Desgastre do rebite;
. Cubo com desgaste;
. Peça oxidada;
Vibração no pedal de embreagem . Deformação provocada na instalação;
. Aperto incorreto do platô no volante;
. Desalinhamento no garfo de acionamento;
. Dedo da mola membrana se deforma;
. Carcaça do platô remontada na montagem;
Patinação . Mau uso;
. Contaminação com óleo e/ou graxa;
. Problema no sistema de acionamento;
. Final da vida útil;
. Mau estado do anel o'ring;
. Atuador montado sem anel o'ring;
. Superaquecimento da placa de pressão;
. Disco com desgaste total;
. Vazamento de óleo de câmbio;
Embreagem inoperante . Mau uso;
. Superaquecimento por patinação contínua;
. Contaminação com óleo e/ou graxa;
. Redução de marcha incorreta;
. Desalinhamento entre motor e câmbio;
. Disco incorreto para o veículo;
. Placa de pressão quebrada;
. Revestimento centrifugado;
. Quebra do pacote torcional;
Patinação e/ou trepidação . Exesso de lubrificação no eixo piloto;
. Vazamento de óleo;
. Volante não foi usinado;
. Superfície de contato lisa, sem rugosinado;
. Desgaste do garfo de acionamento;
. Tubo guia em mau estado;
. Contaminação com óleo ou graxa;
. Superaquecimento do volante;
. Volante espelhado;
Dificuldade de engate, pedal duro, trepidação . Desgaste do garfo de acionamento;
. Desalinhamento do tubo guia;
. Hidráulica com anéis o'ring;
. Alteração da Regulagem original de fábrica;
. Desgaste irregular nas guias do mancal;
. Bucha do mancal se desgasta e se solta;
Ruido no acionamento . Falta de pré-carga no sistema de acionamento;
. Mau uso;
. Final da vida útil;
. Desgaste do garfo de acionamento;
. Eixo piloto com desgaste;
. Pista com desgaste;
. Mancal fundido;
. Garfos com desgaste nos pontos de contato;
. Desgaste irregular no tubo guia;

Voltar ao Topo

             
 
CAUSA
 
O PROBLEMA
AUMENTO DO CONSUMO
QUANDO TROCAR
 
               
VELAS
  Queima incorreta do combustível, por desgaste ou contaminação, ocasionando folga ou obstrução.  
ATÉ 25%
  A cada 20.000 kms (uso normal) ou 15.000 kms (uso servero) em média.  
     
     
FILTRO DE AR
  Pode estar entupido co poeira e outras partículas sólidas, deixando mais rica a mistura ar-combustível.  
10 A 20%
  A cada 15.000 kms (uso normal) ou 7.500 kms (uso severo), em média.  
     
     
FILTRO DE ÓLEO
  Quando contaminado por partículas poluentes e combustível adulterado, aumenta o atrito das peças do motor.  
10 A 20%
  A cada troca de óleo do motor.  
     
   
FILTRO DE COMBUSTÍVEL
  Se estiver sujo, empobrece a mistura ar-combustível. Além de sobrecarregar a bomba de combustível, ela pode até queimar. caso isso ocorra, o prejuizo é a partir de 200 Reais.  
20%
  A cada 10.000 kms (uso normal) ou 8.000 kms (uso severo), em média  
     
   
CATALIZADOR*
  Pode ter derretido parcial ou completamente.  
5 A 10%
  A cada 80.000 kms (uso normal) ou 40.000 kms (uso severo), em média.  
     
   
ÓLEO
  O motor pode sofrer carbonização causada por óleo fora de especificação prevista no manual.  
ATÉ 10%
  A cada 10.000 kms (uso normal) ou 5.000 kms (uso severo), em média.  
     
   
ALINHAMENTO E BALANCIAMENTO
  Atrito irregular dos pneus com o solo, diminuindo o desempenho. Nesse caso, tambem há um aumento no desgaste dos pneus.  
ATÉ 10%
  A cada 10.000 kms (uso normal) ou 50.000 kms (uso severo), em média.  
* Pode até ultrapassar 100.000 kms, mas se deteriora rapidamente quando o motor não está funcionando com a manutenção em dias.  
  • Obs 1: Na dúvida, siga sempre o manual do veículo.
  • Obs 2: Uso severo entende-se por tráfego urbano intenso, quando a velocidade média é menor que 10 km/h ou em estradas de terra muito empoeiradas e esburacadas.
 
Fonte: Antonio Gaspar de Oliveira - Diretor do SINDIREPA - Revista Quatro Rodas.  

 

®2009 Grupo Anhanguera Design Weber A. Costa